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Nanointervenção #3- Covil

Nanointervenção
Covil do Mandíbula, Centro – São Paulo/SP
2015
Fotos: Vivi Spaco

 

O Covil, ocupação temporária do bar Mandíbula na Praça Dom José Gaspar (Centro de São Paulo), pedia uma estética crua, original, natural e que integrasse esse espaço aos arredores. Partimos para um design guiado por palavras-chaves como grafite, lambes, cartazes de rua, pixo e instalações. A ideia foi dar continuidade a uma realidade externa que já é vista no Centro de São Paulo, explorando diversas linguagens urbanas, explorando suas escalas e sobreposições (que acontecem naturalmente em ambiente externo).

 

Foi feito um estudo em 3D para mesclar essas linguagens e ver como tudo isso funcionaria em um espaço fechado. Fomos atrás de colaboradores que não só entendessem, mas que vivenciam a essência das ruas. Contamos com a colaboração dos grafiteiros Leonardo e Renato, além do artista visual Pedro Pezte, que contribuiu com suas pinturas, numa harmonia que de outra forma só seria possível nas ruas. Outros elementos de rua foram usados para compor o espaço: tapumes de obra, sinalizadores, elementos de construção e, para criar a iluminação, tivemos o apoio da light designer Camille Laurente,  que explorou  melhor formas, efeitos e fatores técnicos para que a iluminação se harmonizar com o restante da intervenção.

O Covil (The Lair), a temporary occupation of Mandíbula's in downtown São Paulo, demanded a raw, unique and natural aesthetic that could integrate the space to the surroundings. We chose a design guided by keywords such as grafitti, billboards and installations. The idea was to keep up with the outside reality, exploring various urban languages and, of course, their different contents, looks and scales (which naturally occurs on the streets).
A 3D study was made to merge these languages ​​and see how all this would work in an enclosed space. Then, we went for people who could help us and who understood and experimented these urban feelings in their daily lives. We had the collaboration of graffiti artists such as Leonardo and Renato, and also the visual artist Pedro Pezte, who contributed with his paintings; a harmony that otherwise would only be possible on the streets. Other elements were used to make up the space: hoardings, flags, building elements and, to create the lightning, we had the support of the light designer Camille Laurente, who explored new shapes, effects and techniques for the lightning to harmonize with the rest of the intervention.